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sábado, 8 de fevereiro de 2014

Queen Mary, eu e a danada da Ciência da Computação.

Pessoal, depois de tanta gente pedir, decidi fazer um post sobre a relação Ciência da Computação x Queen Mary x Vanessa.

Vamo lá!


Por que eu escolhi Queen Mary?

Muitos fatores. Quando eu estava num ponto de decisão no processo do Ciência sem Fronteiras, eu pensei muito em simplesmente ver o ranking do meu curso e escolher as universidades baseadas nisso. Mas então, pensei: onde eu quero viver? O que quero na Universidade?

Eu sempre soube que o Reino Unido é um país lindo e cheio de cultura. Mas sempre tive o pensamento de que nas folgas eu iria querer viajar. Então me veio: cidade grande. Daí eu pensei, no Brasil eu nasci e fui criada no interior. Mas já morava em Recife há 5 anos. Eu não gosto mais de cidade pequena. Eu queria algo grande, sensacional, onde eu pudesse fazer de tudo, qualquer dia. Então pensei: Londres! London. Tem que ser London. Daí me toquei que Londres é uma das cidades mais fod*s do mundo.  É cara? É.

Mas a bolsa cobre os custos. Decidida a cidade, foi hora de pensar nas universidades. É verdade que saí do Brasil com o meu curso quase concluído. E devo admitir que venho de um curso de excelência no Brasil (Ciência da Computação, Centro de Informática, UFPE).

A maioria das universidades mais bem rankeadas em Computer Science ficavam no interior. Então pensei: vou colocar duas faculdades em Londres e uma no interior que seja bem massa. Das de Londres, procurei as melhores no ranking. E a melhor era Queen Mary University of London. No interior, escolhi University of Southampton. Porque se eu não ficasse em Londres, iria para uma cidade muito massa com uma Universidade muito f*da.
Pois bem. Passei na primeira opção, e para cá eu vim. Queen Mary University of London, a QMUL! Mas não se assustem, muita gente passou escolhendo Queen Mary como segunda e até terceira opção.

Por que Queen Mary me escolheu?
Não sei, sinceramente. Mas fui aceita. Meu CR no Brasil é acima de 7, tirei mais que 90 no TOEFL, e não tinha ENEM porque na minha chamada não tinha desempate, pelo que sei.

Se você é um aluno que tem notas nas médias no Brasil, fez ENEM e tirou uma nota no TOEFL/IELTS que a universidade aceita, então acho que é só esperar e torcer. Você pode conferir no site de Queen Mary os requisitos sobre certificados internacionais. Lembrando que você deve cumprir os requisitos do CsF e da Universidade.

Estrutura
Aí ferrou total. A estrutura da Universidade é muito boa, e quando cheguei aqui fiquei bem impressionada. Não é nem sobre o tamanho, mas por ver que as coisas funcionam. Já falei sobre minhas primeiras impressões sobre a Universidade em outro post, mas...

Dentro da universidade tem tudo: um banco Santander, ATM 24h, mercadinho, bar, academia, bibliotecas, livrarias, restaurante e várias opções de café. Nem precisaríamos disso tudo dentro do campus, já que estamos bem situados e ao sair da universidade e atravessar a rua, é possível encontrar muitos restaurantes, fast-food shops, alguns pubs e mercados. =D

Acomodação
A recepção aqui na minha acomodação foi massa. (Também já contei naquele post). Mas, temos o básico. São 6 pessoas em cada flat. Cada um no seu quarto. Cada quarto tem uma mesa de estudos, algumas pranchas, uma pia com armário, um guarda-roupas, um lixeiro, uma cadeira, uma luminária, um quadro negro e pronto. Hahahaha...

Os banheiros para tomar banho tem ducha e banheira numa coisa só. Odeio banheira, diga-se de passagem.

(Atualizarei com fotos do meu quarto quando eu fizer uma faxina, hahaha...)

As cozinhas vem com equipamentos básicos como uma mesa (com uma cadeira pra cada flatmate), geladeira, torradeira, microondas, kettle elétrico, fogão com forno e vários armários.

Brasileiros em Queen Mary
Quando cheguei, vieram comigo aproximadamente 60 Brasileiros. Queen Mary foi esperta e não deixou muita gente morando no mesmo lugar. O que nos ajuda, na verdade, a interagir com outras culturas. No meu flat, por exemplo, são pessoas de nacionalidades bem diferentes: Inglaterra (descendente de Paquistaneses), Kuwait, Itália, Canadá, EUA e Brasil (eu). Então é muita gente diferente. Mas eu prefiro assim, só então pratico outros idiomas em casa. 

Aqui em Queen Mary nos colocaram em acomodações mais básicas (que não possuem quartos en-suite). QM então dividiu os brasileiros em duas casas: Lindop House (onde moro), que fica em frente ao campus, e Ifor Evans Place, que fica ao lado do campus (como um anexo). Se vocês pesquisarem no site de Queen Mary, poderão ver fotos dos lugares. São bem próximos, e de uma casa para a outra são 5 minutos de caminhada. Em nenhum dos dois você leva mais de 2 minutos para chegar andando na Universidade. É sério, hahaha. 

Você pode ver fotos das acomodações aqui! A foto do quarto de Lindop House é igual ao meu! :)


Ciência da Computação em Queen Mary
Aqui tem um ranking de Computer Science no Reino Unido!

Muita gente pergunta o que eu curso aqui, então vamos ver aqui. Você pode ver todas as disciplinas por departamento de Queen Mary neste link: www.qmul.ac.uk/modules/

Tem uma ementa base no link acima, então vocês podem pesquisar e ver o que Queen Mary tem a oferecer. Uma coisa que eu acho muito massa é que existe um site de Queen Mary, chamado QMPlus. É restrito para alunos e professores da Universidade, mas é lá onde tudo se concentra: vídeos das aulas que são upados, slides, dicas, tudo que os professores fazem. Acho muito massa, pois você não precisa de um site pra cada disciplina.

Os módulos que estou cursando são listados aqui. Vejam a ementa no link dos módulos :)

Primeiro Semestre:
Interaction Design - Graduação
Data Mining - Graduação
Creating Interactive Objects (trabalha com Arduino) - Graduação (Outro curso)
Advanced Program Design - Mestrado

Segundo Semestre:
Security and Authentication - Mestrado
Software Risk Assessment - Graduação
Mobile Services - Mestrado
Information Retrieval - Mestrado

Por que tantas disciplinas do mestrado? Porque a maioria eu já tinha visto no Brasil, pois já estava quase formada. E aqui é bem tranquilo. Se o professor liberar a disciplina para alunos de graduação, não tem nenhum problema. Também é bem simples de pegar disciplinas de outro curso aqui, desde que seja do mesmo departamento que o seu. O meu departamento, por exemplo, é o Electronic Engineering and Computer Science (EECS).

Alguém tem mais dúvida? Se sim, comentem aqui e eu respondo tudo. Agora, curta a página do Facebook se você ainda não curtiu!!! Recomende o blog se você sabe de mais gente. Abaixo do post temos uns botões de compartilhamento!

Beijinho no ombro, fui!


Manhã de um domingo na Trafalgar Square :)

sábado, 27 de julho de 2013

Segura essa mala, menino!

Fala, galera. Vim aqui pra falar de MALAS.

Não sobre o que levar ou como arrumar (isso talvez venha em um post futuro). Mas sim sobre qual tipo de mala levar para uma viagem internacional (especialmente pra o pessoal que está indo fazer intercâmbio na Europa), o peso, etc..

Eu nunca viajei para fora do país, mas existem algumas regras da INFRAERO/ANAC que servem para brasileiros que viajam para as mais diversas partes desse mundinho que Deus nos deu. Eu vou tentar resumir aqui tudo pesquisei e achei melhor. (E ao final mostrar a linda malinha que comprei)

Quantas malas posso levar?

São dois volumes de 32Kg - para porão - e uma bagagem de mão. Não pode ser um de 35Kg e um de 20Kg. Não pode ser um de 33Kg. Só pode ter no máximo 32Kg e nem um grama a mais! E isso é muito sério. São muito conhecidos os casos em que as pessoa é obrigada a se desfazer de itens no despache de bagagem porque elas ultrapassam o peso. Um caso recente é de minha amiga que viajou nesse mês para a Alemanha. Ela só tinha um volume mas estava pesando 35Kg. Teve, por isso, que tirar na hora uns vestidinhos e não ultrapassar os 32Kg.

Sobre a bagagem de mão, eu ainda estou meio confusa. Muda de empresa para empresa. Vou viajar pela Condor e essas são as regras deles:
É permitida apenas uma peça de bagagem com 6 kg no máx. por pessoa (também para crianças pequenas com menos de 2 anos). As medidas de 55 x 40 x 20 cm não podem ser excedidas. Além da bagagem de mão, pode ainda ser transportado gratuitamente na cabine uma pequena bolsa de mão, um computador portátil/tablet com a respetiva bolsa

Vanessa, que tipo de mala eu compro?
Eu sei que é bem pessoal, mas existem algumas dicas que podem ajudar na compra de uma mala assim. Os preços são os mais variados e são carinhos. Mas se você garimpar bem, dá para encontrar umas ótimas num preço bom.

COR
Recomendo uma mala de cor diferente. O que exclui preto e cinza. É sério, existem milhões de mala dessa cor e você não vai querer passar séculos para reconhecer sua mala na esteira. Se você já tem uma mala boa para viajar e é de cor comum, sugiro enfeitá-la: coloque tirinhas, adesivos e coisas que chamem atenção e façam você reconhecer ela na hora.

Essa dica dos enfeites, na verdade, serve para mala de qualquer cor. Nunca se sabe se vai ter alguém com uma mala igual a sua, então capriche no enfeitado.

RODAS
Gente, é sério. A melhor coisa do mundo são rodinhas 360º em mala. Torna a mala muito mais leve e fácil de carregar. Se você for comprar uma mala, compre de 4 rodinhas que giram 360º.

MATERIAL
Sua mala tem que ser, antes de tudo, resistente. Existem malas de armação muito boas que garantem que suas coisas não vão quebrar ou amarrotar tudo (E nem a mala vai se desfazer em farelos durante viagem).

Meu tipo favorito são as semi-rígidas/rígidas. Gosto também das de Policarbonato, que se tornam um pouco impermeáveis. Mas muitas são de policarbonato frágil e que eu sinto que vão quebrar. Por isso tenham certeza de que o material é resistente. A desvantagem das malas rígidas é que são um pouco mais pesadas. No entanto são mais resistentes. Escolham a de sua preferência.

E a segurança da mala?
Tenha certeza que sua mala é segura e...

Cuidado com o Zíper!
Pois é. A coisa mais fácil do mundo é abrir uma mala com zíper simples, fechá-la e nós donos sequer percebermos. Só depois, ao conferir a bagagem é que sentimos falta de nossas coisas. Nesses casos onde o zíper está livre, nem o melhor cadeado do mundo resolve. (Dica de Mateus, meu namorado!)

Se sua mala tem zíper, o ideal é que ela tenha segredo ou algum outro mecanismo que faça com que o zíper não seja movimentado. Com isso, se ainda assim alguém abrir sua mala não tem como fechar.

Prendedores de zíper simples, como os da imagem ao lado já resolvem. Você coloca um bom cadeado (de preferência de segredo e padrão TSA) e viaja mais tranquilo.
Malas com segredo que prendem o seu zíper tem o mesmo efeito das malas acima, mas você economiza no dinheiro do cadeado...
E por último, algumas malas mais sofisticadas que possuem trava de segurança e eliminam o temido zíper. Com essa, só alguém que possui a abertura de segurança TSA é que pode abrir sua mala (a polícia alfandegária, por exemplo). Algumas possuem trava de segurança presa por segredo, chave ou os dois mecanismos.



Acabou?
Quase. Eu passei um bom tempo paquerando malas e comprei exatamente o modelo que reunia o que eu queria: boas rodinhas, cor não muito comum e segurança mais sofisticada. Como os preços eram altos foi mais difícil, mas encontrei uma mala num bom preço e com tudo isso.

É da marca Santino (HDV12004G10), igual a foto mais abaixo. Estava numa liquidação num Shopping aqui em Recife (o que me deixou muito feliz). E é isso galera, pesquisem que vocês encontrarão a mala ideial.

E tenha certeza que ela cabe o que você quer levar! Espero que a minha caiba, IAUHOiuaohaaoiha...

terça-feira, 16 de julho de 2013

[3] Agora sim, o visto chegou!

Bom, galera. Esse é o terceiro post da minha "saga do visto".

Meu medo era meu passaporte se perder nesse vai e vem de Rio-Recife-Rio-Recife, mas deu tudo certo. Além de enviar meu passaporte via sedex, enviei junto uma foto 3x4 (a mesma usada no visto errado) só por garantia mesmo. Não sei se foi usada ou não, só sei que a foto não voltou (então fica a dica).

O que aconteceu? No dia 11/07 recebi mais um email com subject "Your Visa has been issued", o que significou que meu processo havia sido "encerrado" mais uma vez e o visto concedido.

Dessa vez, deixei a ansiedade de lado. No último domingo, 14/07 (sim, num DOMINGO e à NOITE) recebi via sedex um documento. Pelo visual já achei que fosse o meu passaporte. E sim lá estava ele são e salvo. Abri com calma e me deparei com:


Meu antigo visto com um simples risco.


Meu novo visto com a data linda!
Ou seja, eles não "arrancam" esse adesivo do passaporte. Pelo menos no meu caso não foi assim. Eles simplesmente passaram um traço e então colaram um novo em outra página.

Então, povo. Para quem está pensando em pedir o visto, levem em conta que eles podem errar no processo. Tenham uma boa margem (sem precisar pagar por serviço de emergência). No total, a quantidade de dias em que fui ao VAC e recebi meu visto certo foi de 18 dias corridos.

That's all, folks!
Qualquer dúvida é só perguntar!

sexta-feira, 12 de julho de 2013

[2] O Visto chegooou! Mas...

Nheem.

O visto chegou muito rápido (e sem solicitação de emergência). No dia 26 eu estava lá no Rio. No dia 03/07 (meu aniversário, por sinal) recebi um email dizendo que meu Visto já tinha sido concedido "Your visa has been issued.". Felicidade totaaal, agora era só esperar o passaporte chegar de volta com meus documentos...

Dois dias depois, no dia 05/07, chega a minha documentação: passaporte, certificado TOEFL, Históricos e 7 fotos (afinal uma foi usada no visto). Fui correndo abrir e quando percebi: estava errado.

Simples assim, o visto só estava válido até Novembro/2013. Pois é, logo comigo. Então, fui ver o que eu tinha que fazer... Junto a documentação estava um bilhete anexo: "Em anexo estão seu passaporte e documentos originais. É de sua responsabilidade se os seus dados pessoais e a validade do visto estão corretos. Em caso de erro, entre em contato com este Consulado por FAX..."

1. FAX? Sério? Nos dias de hoje?
2. Minha responsabilidade ver se está errado e a deles seria de acertar, né?

Mas tudo bem. Fiquei triste na hora, não deu certo de primeira, mas besteira. Tive que agir pra resolver, não é? O passo a passo do que fiz:

08/07 
Enviei um fax na segunda-feira seguinte. Escrevi um textinho dizendo que a data de validade provavelmente estava incorreta, pois no meu CAS dizia que o curso só acabava em Setembro/2014. Fui bem formal, e como não sabia quem receberia, escrevi o texto em português e inglês.
08/07
Após enviado, 5 minutos depois recebo uma ligação do Consulado Britânico. O atendente me disse que realmente houve um engano e pediu para que eu mandasse a documentação de volta via sedex para correção. Ele me passou os dados de endereço, processo, etc.
9/07
No dia seguinte fui aos correios e enviei via sedex 10 meu passaporte + uma foto 3x4 (a mesma que usei no primeiro visto, só por segurança).
10/07
O passaporte foi entregue no consulado.
11/07
Recebi o mesmo email de antes "Your visa has been issued."

Agora é só aguardar e ver se chega certinho...

Wish me luck!

segunda-feira, 1 de julho de 2013

[1] Visto e Visita ao VAC - Rio de Janeiro

Então, o intuito desse blog é contar meus relatos de viagem, ok? Como ainda não viajei, vez ou outra apareço aqui para dar uma limpada na poeira.

Dessa vez é pra falar sobre o Visto. Semana passada, dia 26/06 estive no Rio de Janeiro (que continua lindo e sendo),

já que lá é o VAC (Visa Application Centre) central. Isso significa que todos os dados são enviados para lá e de lá para o Consulado Britânico.

Para quem não sabe, a solicitação de visto é intermediada por uma agência chamada WorldBridge, que tem três VACs: SP, RJ e Brasília.

Para quem quer orientações sobre como preencher formulários e documentos em relação ao visto do Ciência sem Fronteiras, tem vários blogs bem legais, e um deles é o do Levi, que explica direitinho como se organizar até lá (nos posts 1, e 2).

Bem, a primeira coisa que tem que ser feita é pagar o visto e logo após agendar a visita ao VAC.
Depois disso tudo certinho é só ir ao VAC portando todos os documentos necessários. No meu caso, o necessário foi:

1. CAS

2. Carta de benefícios do CNPq.

3. Histórico escolar em Português, o mesmo do enviado para o CNPq. 1 Original e 1 Cópia.

4. Histórico escolar em Inglês, o mesmo do enviado para o CNPq/UUK. 1 Original e 1 Cópia 

5. Certificado TOEFL original + cópia

6. Passaporte (original).

7. Email de confirmação de pagamento do visto (impresso)

8. Email de confirmação do agendamento. (impresso)

9. Documento chamado: APPLICATION FOR UNITED KINGDOM ENTRY CLEARANCE (impresso)

10. Appendix8 devidamente preenchido à mão e impresso.

Tudo que eu sei que não tinha como conseguir o original, eu levei original+cópia (não levei autenticada porque não tive tempo). Isso porque eu li em alguma das documentações da UKBA ou WorldBridge que se você não fornecer cópia, eles podem reter seus documentos.

Cheguei com antecedência no VAC do Rio de Janeiro que fica num empresarial. Para ter acesso, é necessário apresentar um documento original de identificação com foto (RG ou CNH) para ter um crachá de visitante. Após isso, fui até o andar da WorldBridge.  Chegando lá, me deparei com um lugar pequeno mas bem seguro. Como turista carrego sempre minha câmera. No entanto, para entrar, tive que deixá-la na recepção da WorldBridge, além de desligar o celular e passar por uma revista com detector de metal. (A recepcionista estava até com colete à prova de balas!).

Eu tinha agendado meu appointment para as 10h, no entanto, cheguei lá às 9:20. Tinha uma família na minha frente e acabei sendo atendida somente às 10:20.

A pessoa que me atendeu foi bem atenciosa: checou se eu estava com todos os documentos e o primeiro que ele solicitou foi o Documento 9 - listado acima. Perguntou se eu queria os documentos de volta e, como eu disse que sim, tive que preencher um envelope com meus dados postais e telefone.

Após isso, ele foi checando e me pedindo pra assinar alguns dos documentos, coisa rápida. Foi oferecido um serviço de acompanhamento via SMS do meu visto, eu concordei, e custou 7,00. Depois disso, tirei minha foto (horrííível) e então pronto. Verifiquei no PC dele se meus dados estavam corretos como número do passaporte, nome, etc.

O atendente, então, colocou tudo numas sacolinhas e então pude pagar as taxas adicionais. O pagamento incluiu: taxa dos correios (sedex)+serviço SMS+Fotos, totalizando R$82,00. Poderia ser pago em dinheiro, cartão de débito ou crédito. (A taxa do visto em si custou U$492 e foi pago antes do agendamento)

É isso, galera. Quando meu visto chegar (com meu passaorte!! E vai chegar sim!) eu posto aqui!

Dúvidas, observações ou sugestões é só falar!

quinta-feira, 6 de junho de 2013

DilmaCard, passagens, etc.

Pois é! Cada coisa nova que acontece é um passo mais próximo de Londres. Quanto mais o tempo passa, mais ansiosa eu fico. *-*

Passagem!
Há uns 10 dias eu comprei minha passagem (só de Ida) pra Londres UHUUUUUUUU. Com meu dinheiro mesmo, porque o auxílio ainda não foi entregue aos alunos. Foi bem tranquilo. Comprei Recife-Londres pela empresa Condor, que faz escala em Frankfurt. Foi o melhor preço que encontrei só de ida. Pena que não dá pra parcelar.

Achei bem mais vantajoso comprar só ida porque:
1. Nosso auxílio é de IDA.
2. Não é possível comprar volta para daqui a um ano
3. Passagens de volta só podem ser remarcadas para até um ano da data de partida, ou seja: você não pode ficar uma diazinho a mais, ou perde sua passagem.

Há quem prefira comprar passagem de ida e volta e depois remarcar a volta ainda assim. Há casos e casos e depende da preferência de cada um mesmo. Para mim, foi mais vantagem pela Condor.

DilmaCard!

É um nome carinhoso que os alunos do Ciência sem Fronteiras dão ao cartão pré-pago que o CNPq nos concede. É nesse cartão que iremos receber nossas mensalidades quando já estivermos lá na terra da rainha. Por enquanto o saldo é zero. Pelo que sei, a dica é guardar esse cartão como se fosse sua VIDA.

Ontem recebi o meu e fiquei super emocionada tá, não é pra tanto mas dei uns gritinhos. Já desbloqueei via site e telefone, e agora é só aguardar mesmo.

Sem mais novidades! Poooxa
Mas eu volto.

Fuuui!